quarta-feira, 9 de junho de 2010

Paintball 29-05-2010

Dia 29 de Maio foi dia de paintball, mais um dos eventos organizados pelo GDEMARP, que se realizou junto à ria de Alvor.
Foram formados dois grupos, a quem foram distribuídos marcadores com ponteiras de cores diferentes, de forma a distinguir as duas equipas, tendo uma delas também uma braçadeira laranja. O facto é que, não foi suficiente, pois houve quem tivesse disparado para elementos da própria equipa.

Segue-se uma breve apresentação dos guerrilheiros que participaram, pois, equipados da cabeça aos pés, é um pouco difícil de serem reconhecidos, principalmente as meninas.
Da esquerda para a direita, em cima o Carlos, o Nuno, o Bruno, o Pedro Coelho, o Tiago, o Pedro, em baixo o Filipe, a Carla, a Benvinda e a Joana.
O Pedro Coelho foi armado em “sniper”, levou o marcador do irmão, que de vez em quando deixava de funcionar. A Carla só estava interessada em que lhe tirassem uma foto para colocar no facebook.

O Nuno, só pensava em trocar de botija no final de cada jogo, com o medo de ficar sem pressão a meio do próximo. Houve quem se escondesse do inimigo, e só saia da toca depois do jogo terminar. Mas o pior inimigo de todos, foram os mosquitos, pois, passados alguns dias, ainda havia quem se coçasse.
Uma das equipas ganhou tudo o que havia para ganhar, que, por acaso foi a minha, mas no fim de tudo, todos saíram a ganhar, pois tivemos uma manhã cheia de acção.

Pesca de Kayak 30/05/2010

No passado Domingo dia 30 de Maio, fui com o amigo Luís Fernandes dar uma volta de kayak. O local escolhido foi o rio Arade, em Portimão. Como tínhamos combinado fazer uma pescaria de kayak, nesse dia fomos preparados com todo o arsenal, desde canas, caixas de acessórios, fateixa, sonda, e como não podia faltar, o isco. Imaginem tudo isto dentro de um kayak. O Luís só dizia “isto não vira, é estável”. Pois, é que, se virasse, lá ia todo o nosso material de pesca. Depois de tudo apostos, lá entrámos nós dentro de água. Como a maré estava a vazar, deixámo-nos ir ao sabor da maré com a sonda sempre ligada, à procura de uma zona onde houvesse peixe. Foi então que chegámos perto da ponte do comboio onde acusava na sonda bastante peixe.


Como a corrente estava forte, para conseguir-mos parar foi uma aventura, quando dávamos por nós, estávamos a uns bons metros de distância da zona onde tínhamos largado a fateixa. Quando finalmente conseguimos parar, começámos a montar as canas, para dar início à pescaria, quando de repente, eu deixei cair uma parte da minha cana, para dentro de água. A primeira coisa que me veio à cabeça foi que iria ficar sem cana, mas, o Luís recolheu logo a fateixa, e lá fomos nós atrás da cana. Depois de a apanhar-mos lá voltámos para o mesmo local onde supostamente haveria peixe. Finalmente começámos a pescar... mas peixe... nem sinal... No final da manhã recolhemos tudo, e regressamos a terra. Foi uma manhã divertida...



Stop Global Warming

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quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Evian Roller Babies

terça-feira, 11 de agosto de 2009

A História do Sushi

O Japão retira do mar os principais alimentos que compõem a sua cozinha. Os peixes, as algas e os frutos do mar estão presentes em praticamente todos os pratos da culinária japonesa. As terras são montanhosas e são poucos os locais onde é possível desenvolver a agricultura. O arroz é uma cultura de alta produção em áreas pequenas.
O sushi é um alimento que tem origens remotas. Antigamente, no japão, os peixes para serem transportados para outros lugares eram conservados no arroz cozido. Os japoneses sabiam que o arroz liberava o ácido acético e láctico que garantiria a qualidade por mais tempo. Assim, retirava-se a cabeça e as vísceras do peixe e o filé era conservado salgando-o e acondicionando-o entre camadas de arroz, onde o peixe fermentava naturalmente, adquirindo um sabor ácido. A técnica também era usada pelos pescadores que ficavam pescando em alto mar, criando-se assim o sushi prensado.
A técnica de conservação do peixe foi, aos poucos, transformando-se num prato, e o sabor ácido conseqüente da fermentação foi substituído por ácido acético e, mais tarde, pelo vinagre. Finalmente, o peixe e o arroz com vinagre passaram a contar com o shoyu, enriquecendo ainda mais o seu sabor.
Por volta do século XIV, os japoneses, grandes apreciadores de arroz, passam a consumir não só o peixe como também o arroz, antes que este fermentasse. Surge assim o namanarizushi, que originou os tipos de sushi conhecidos na atualidade.
No período Edo (séculos XVII a XIX), o arroz passa a ser temperado com o vinagre e o peixe, devido à fartura de pescados e frutos do mar na baía de Tóquio, passa a ser consumido cru e fresco. Surgiu assim o hayazushi.
Preparado basicamente com arroz, peixes e frutos do mar, o sushi tornou-se moda em vários países do Ocidente, por seu sabor exótico e agradável e por ser reconhecido como uma das iguarias mais saudáveis do mundo.


Etimologia

O termo conhecido como sushi é japonês. É ainda escrito em kanji (carateres chineses) para os pratos chineses antigos que carregam pouca semelhança com os sushi de hoje.


Sushi no Japão

No início do século XIX, quando Tókio ainda era chamado Edo, surgiram em suas ruas os Yatais, barracas onde a população se alimentava rapidamente. Nessa época, surge o niguirizushi, o casamento perfeito do oniguiri (bolinho de arroz) e do peixe cru. O niguirizushi é também chamado de edomaezushi, porque eram utilizados pescados, frutos do mar e algas retiradas da baía de Tókio, produtos típicos de Edo.
Hanaya Yohei, considerado o primeiro sushiman da história, tornou-se famoso ao aperfeiçoar o sabor, a forma e a apresentação mais simples do sushi, ou seja, introduziu o costume de saboreá-lo com as mãos, sem o uso do hashi.
Em 1923, ocorreu o grande terremoto de Tókio, que fez com que muitos sushimen abandonassem a cidade e retornassem às suas províncias de origem, propagando o sushi por todo o país.
A partir de 1980, nos Estados Unidos, difunde-se a idéia de que a cozinha japonesa, especialmente o sushi, é saudável, o que causou o chamado "sushi boom" por todo o mundo, com a abertura de sushi-bares, rodízios de sushi, utilização de robôs na sua produção etc.
O sushi contemporâneo caracteriza-se pela oferta de novos tipos de sushi com a adoção de elementos culinários próprios de cada país, aliados à técnica e à inspiração dos sushimen. De acordo com o chef Carlos Watanabe, "o sushi contemporâneo, ou fusion, surgiu nos países cuja identidade gastronômica não estaria enraizada em culturas gastronômicas muito rígidas, permitindo experiências inusitadas, que aliam a cultura tradicional com a cultura local e suas diversas influências, atraindo cada vez mais pessoas de paladares ecléticos e ávidos por novas experiências".


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Jantar no farol de S. Vicente

Dia 21 de Março, no farol do Cabo de S. Vicente...

Juntou-se um grupo de amantes do sushi com mais alguns principiantes para um extraordinário jantar.
Penso que foi a terceira vez que comi sushi, mas confesso que, jantar só sushi, foi a primeira vez, as outras vezes não passaram de simples provas, daquelas de fazer cara feia, embora tenha gostado de alguns, como por exemplo os rolos, que a malta do jantar, chamou sushi para principiantes. O facto é que comi um pouco de tudo, e até gostei.


O sushi é um tipo de refeição de que temos que aprender a gostar, começando pelos rolos de arroz com filetes de peixe, depois pelos filetes de peixe que tem um sabor mais suave, até que entramos no peixe com um paladar mais forte. Tudo isto é acompanhado com molho de soja, e uma “coisa” verde que serve para eliminar as toxinas que possam existir no peixe.
No final do jantar fiquei com a ideia de que molhando o peixe no molho de soja, atenua o sabor do próprio peixe.


Por não ter levado a máquina fotográfica ao jantar tive de recorrer à internet para juntar umas fotos, e até encontrei umas coisas engraçadas.

Ayo Technology